“Se o Povo quer trabalho, vamos deixar o Povo trabalhar”

O termo desemprego alude à falta de trabalho. Um desempregado é um indivíduo que faz parte da população ativa, que anda à procura de emprego embora sem sucesso. Esta situação traduz-se na impossibilidade de trabalhar e, isto, contra a vontade da própria pessoa.

Em Tailândia, no Estado do Pará, a situação não é diferente do resto do Brasil. Dados do Sistema Nacional de Emprego (SINE) demonstram que somente em 2015, os índices negativos do emprego na cidade chegaram à -1.552 postos de trabalho.

Ainda mais, se analisarmos o perfil da população de Tailândia, segundo o IBGE, o município despontava, no Mapa de Pobreza e Desigualdade, em 2003, com uma Incidência de Pobreza de 46,51% e o índice de analfabetismo, em 2010, de 13,70%, acima da média nacional, de 9,37%.

Então, o que podemos dizer é que sobre a distribuição de riquezas e melhoramento da Educação municipal ainda há muito que melhorar, principalmente na formação de mão de obra especializada e qualificada para entrar no mercado de trabalho regional.

Sabemos também que o problema do desemprego é um legado da Operação Arco de Fogo, de 2008, e dos desmandos de quase uma década dos dirigentes políticos, que não levaram em conta o desenvolvimento social.

As consequências foram a falta de políticas de geração de emprego, formação qualificada e emprego informal. Tudo isso, inclusive, tem contribuído e muito com o aumento da violência urbana e com a migração flutuante do município.

Mas, o descaso também faz parte dessa história. Uma das ações truculentas realizadas foi a retirada dos ambulantes que trabalhavam no setor de alimentos na beira da PA-150, em 2010, sem criar uma alternativa concreta de remanejamento desses trabalhadores para outros locais que pudessem trabalhar honestamente. Simplesmente foram tirados.

Dessa vez, na gestão do prefeito Macarrão, a área próxima a PA-150 está sendo ocupada por trabalhadores exigindo o seu direito ao trabalho. Assim, o prefeito Macarrão já solicitou o cadastramento dos vendedores que já se instalaram para impedir que oportunistas venham a se apossar do local.

Para a vendedora informal de alimentos, Lilian Carneiro, “é importante entender que não estamos fazendo isso porque queremos, mas porque precisamos. É muito difícil amanhecer o dia e dizer para o meu filho que eu não tenho 25 centavos pra comprar um pão para ele comer, e isso dói muito”, desabafa a trabalhadora.

A Secretaria de Governo, em conjunto com a Secretaria de Administração já estão convidando os vendedores informais para efetivação do cadastro para garantir o direito dos trabalhadores ao trabalho.

“O trabalho é dignificante e quem tem direito ao trabalho e quer trabalhar, dentro da lei, nós vamos ajudar, esse sempre foi o meu compromisso com o povo e sempre será”, afirma o prefeito Macarrão.

A prefeitura municipal vai concentrar esforços para manter o compromisso com desenvolvimento humano, mas em conformidade com a lei e com os direitos dos trabalhadores.

Prefeitura de Tailândia

Assessoria de Comunicação – ASCOM

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